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Opinião - 18 Dez 2017 13:05

“Natal pode ser o início de um bom ano”, prevê presidente da FCDL/SC

Por: Carol Debiasi
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“O varejo é a principal caixa de ressonância da economia”, define o empresário Ivan Tauffer, presidente da Federação das CDLs de Santa Catarina (FCDL/SC), que considera que o Natal não encerra 2017, mas será o início do próximo ano. Confira as expectativas da maior entidade do varejo do estado.

Ivan Tauffer, presidente da Federação das CDLs de Santa Catarina (FCDL/SC) (Foto: Divulgação)Ivan Tauffer, presidente da Federação das CDLs de Santa Catarina (FCDL/SC) (Foto: Divulgação)

FCDL/SC - O Natal encerrará bem o ano?
Ivan Tauffer -
Mais do que isso: caso tenhamos boas vendas, o período pode representar um início de ano promissor, pois na sequência temos as liquidações de janeiro e a receita trazida pelos turistas. Uma parcela das famílias recuperou o poder de compra e isso trará bons resultados. A FCDL/SC disponibilizou aos seus associados uma campanha de publicidade para atrair clientes, fidelizá-los, aumentar o tíquete médio, entre outras ações. Devemos aproveitar a oportunidade.

FCDL/SC - Como os empresários do varejo veem 2018?
Ivan Tauffer -
Com otimismo moderado, pois percebemos uma recuperação na economia, mas ainda muito lenta diante do que precisamos. Também há muitas questões políticas indefinidas – e elas são essenciais para o ambiente econômico – e entre essas a reforma da Previdência é mais importante.

FCDL/SC - No próximo ano teremos eleições. Quais as expectativas?
Ivan Tauffer -
O cenário político é determinante para a economia e esperamos um governo alinhado com as reformas que promovam a redução do tamanho do Estado, com o controle da inflação e a queda na taxa de juros, além da flexibilização das leis que regem a atividade empresarial, fomentando o empreendedorismo, gerando trabalho e renda. Mas temos a consciência de que a agenda política será inquietante.

FCDL/SC - E em Santa Catarina?
Ivan Tauffer -
Temos uma situação mais favorável, porém não podemos esmorecer. O agronegócio, mola-mestra da economia de grande parte do estado, demanda obras de infraestrutura para não perder a competitividade. E igualmente precisamos reduzir o tamanho do Estado, para que tenhamos recursos para a segurança, saúde e educação – setores muito sacrificados atualmente. (Fonte: PalavraCom)


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