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Saúde - 17 Set 2021 10:40

Profissionais do Samu podem entrar em greve nesta sexta-feira (17) em Xanxerê e região

Por: Francieli Corrêa
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Profissionais do Samu podem entrar em greve nesta sexta-feira (17) em Xanxerê e região Foto: ClicRDC

Para às 19h desta sexta-feira (17) está previsto o início da greve dos funcionários do Samu, por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em assembleia realizada no início da semana, com os trabalhadores das três bases da região (Chapecó, Xanxerê e São Miguel do Oeste). Porém, para a manhã de hoje, foi marcada uma reunião de mediação, cujo resultado pode cancelar a greve antes mesmo de ela iniciar, conforme informou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Chapecó e Região (SITESSCH), Fábio Fernandes.

Segundo Fernandes, o Ministério Público do Trabalho convocou a empresa OZZ Saúde Eireli, o Governo do Estado e o sindicato para uma mediação, de forma online, que iniciou às 10h. Já para às 18h, o sindicato convocou os trabalhadores para uma nova assembleia, para expor o resultado da reunião desta manhã e confirmar se a greve inicia ou não. “Se houver uma negativa nessa reunião, permanece a greve. A gente faz a assembleia e permanece a greve a partir das 19h. Mas, se houver uma proposta que seja viável aos trabalhadores e eles aprovem durante a assembleia, automaticamente a greve nem começa.” informou o presidente do sindicato.

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Segundo os trabalhadores, a decisão tomada no início da semana de iniciar uma greve se deu devido a inúmeras irregularidades e descumprimento da legislação trabalhista e convenção coletiva de trabalho vigentes, por parte da empresa OZZ Saúde Eireli - terceirizada pela Secretaria de Estado da Saúde de SC, desde quando assumiu o serviço em 2018. Segundo o presidente do SITESSCH,  já foram realizadas várias tentativas de negociação com a empresa.

Entre as reivindicações, os funcionários citam férias não concedidas ou atrasadas, FGTS não depositado, reajuste de salário não concedido nos últimos anos, parcelamento de rescisão de contratos, precarização de ambulâncias e insumos.

“É um conjunto de faltas e descumprimentos por parte da empresa que gerou a greve. Nós fizemos denúncia junto ao Ministério do Trabalho e Emprego e Ministério Público do Trabalho. Entramos com ação judicial, participamos de algumas reuniões na Alesc da Comissão de Saúde. Então, a gente fez muito barulho nesses anos e a empresa nunca respondeu e respeitou o trabalhador” explicou Fernandes.

A mobilização inclui os profissionais que atuam com Unidade de Suporte Avançado (USA). Caso haja de fato uma paralisação na região, os atendimentos serão mantidos com 30% do efetivo. Em Xanxerê a maioria dos trabalhadores do Samu são da OZZ. Ao todo, são 23 funcionários, entre médicos, enfermeiros, condutores e uma pessoa que cuida da limpeza. São eles que fazem o atendimento com a UTI móvel. O atendimento com a Unidade de Suporte Básico (USB) é vinculado ao município, no qual oito funcionários trabalham, em Xanxerê.

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