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Eleições 2018, Polícia - 10 Ago 2018 11:32

PSOL propõe ousadia para fazer uma nova política no país

Por: Aline Tonello
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PSOL propõe ousadia para fazer uma nova política no país Candidatos Jane, Amarildo, Terezinha e Professor Antônio falaram sobre as propostas do PSOL (Foto: Tudo Sobre Xanxerê)

Nesta semana, candidatos do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) do Oeste estiveram na redação do Tudo Sobre Xanxerê para falar sobre algumas propostas para a região, estado e país. Apoiando a chapa majoritária para a presidência da República, composta por Guilherme Boulos, candidato à presidente, e Sonia Guajajara, como vice, os candidatos destacaram que o partido traz uma proposta ousada de uma nova política para o Brasil.

Estiveram na redação Terezinha Paz, candidata a deputada estadual por Xanxerê; Jane Acordi, candidata a deputada estadual por Chapecó; Amarildo Narciso, candidato a deputado federal por Xanxerê; e Antônio Valmor de Campos, o Professor Antônio, de Chapecó, candidato a senador pelo PSOL de Santa Catarina. No estado, o partido concorre ao governo com Leonel Camasão como candidato a governador e Carol Bellaguarda (PCB) como vice. Também tem como candidato ao senado Pedro Cabral, além de 20 candidatos a deputado estadual e 20 a deputado federal.

- Eu moro em Xanxerê há 28 anos e entrei na política para ocupar os espaços femininos. Encontrei no PSOL a oportunidade de mostrar o que eu penso. Estou aqui aberta a diálogo para melhorar essa política, tentar fazer uma coisa diferente, porque do jeito que está, não dá. Minha principal bandeira será lutar pelas minorias, principalmente a defesa das mulheres – comenta Terezinha.

Já Amarildo, que está na sua segunda participação em eleições, destaca que sua atuação ocorrerá principalmente em defesa do público LGBT.

- É uma classe descriminalizada pela população. Também vamos defender a adoção de crianças por casais LGBT, prestar assistência a esse público e também para mulheres, índios, presos, negros, essas minorias que são sempre esquecidas. Também vamos lutar por questões como saúde, educação, cultura e esporte, e vamos manter nosso chão eleitoral, não só vir quando é eleição, mas a gente quer circular, saber o que as pessoas precisam, mudar a velha política – afirma Amarildo.

Uma das propostas de trabalho de Amarildo e Terezinha é a criação de centros que possam realizar atendimento especializado para a população de cada região sem que as pessoas precisem se deslocar por centenas de quilômetros para ter o atendimento que precisam.

Jane comenta que o desejo do país em combater à corrupção é a motivação para que quem quer fazer a diferença coloque o nome à disposição, como é o caso dela.

- Hoje existe um consenso sobre o combate à corrupção e é preciso tomar atitudes, e diante de um quadro em que vemos mulheres sendo assassinadas, nós mulheres somos quase que convocadas a assumir uma posição política. Não é mais possível que a gente fique no anonimato, esperando que homens façam uma sociedade mais igualitária. Estamos otimistas, é um cenário para mudanças, mesmo as pessoas estando desanimadas para a política, há sim um espaço e nós que queremos uma sociedade diferente precisamos estar nesse movimento – frisa.

Candidato ao senado, Professor Antônio afirma que o PSOL traz com ousadia as suas propostas para mudar a forma de se fazer política no Brasil. Ele destaca que o partido considera o acesso igualitário à educação de qualidade para todos como meio para se ter uma organização social forte. Na segurança pública, defende a unificação de atuação e de estrutura das polícias. Com relação ao sistema prisional, que haja uma equipe multidisciplinar que não coloque presos que não oferecem risco à sociedade junto com aqueles que oferecem, e haja a oportunidade de trabalho e estudo durante o cumprimento da pena. E para tudo isso, ele comenta que o PSOL defende o debate dos assuntos com a população, para que seja ouvida e atendida.

- Diante desse conjunto, o PSOL se apresenta com ousadia de mostrar uma nova forma de construir o Brasil, de ter um Brasil melhor para as pessoas viverem. E que a gente possa realmente reduzir a profunda desigualdade na distribuição de renda, que vai melhorar a vida de todos, que vai ter mais segurança, e que as pessoas vão sentir orgulho de ser brasileiro, combatendo a corrupção, combatendo a entrega dos nossos patrimônios públicos para o capital internacional. Queremos trazer uma mensagem de esperança para o eleitor brasileiro. Não temos pretensão de que as pessoas acreditem em tudo o que a gente diz, mas queremos levar a mensagem para as pessoas e fazer com que elas pensem na nova política que a gente está propondo – finaliza Professor Antônio.


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